quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

Cachorros refletem a personalidade de seus donos

Seu filho de quatro patas é brincalhão, nervoso, agitado ou amoroso? Isso pode estar relacionado com o seu jeito de ser, essa crença de que o cachorro tem a mesma personalidade de quem o cria tem suporte científico.

Um estudo, realizado por pesquisadores da Universidade de Viena, descobriu que os cachorros podem “herdar” algumas características de seus donos, a Jahmila por exemplo tem comportamentos parecidos aos meus e o Thomas com o do papai, se você parar para pensar poderá ver que o seu peludinho tem muitas coisas parecidas com você, isso inclui as coisas ruins também.

Pets que vivem com pessoas neuróticas, por exemplo, têm menos capacidade de lidar com o estresse, já os cachorros que são adotados por donos tranquilos tendem a ser mais relaxados e até mais amigáveis.

Mais de 130 cachorros – e seus respectivos donos – participaram de um experimento com vários testes, incluindo a medição da frequência cardíaca e a resposta que os cãozinhos têm diante de ameaças. Amostras de saliva também foram analisadas para medir o nível de cortisol – um marcador de estresse.

Os donos foram avaliados de acordo com cinco traços de personalidade:

Neuroticismo (tendências a emoções negativas, como raiva, ansiedade ou depressão)
Extroversão (grau de sociabilidade)
Abertura à novas experiências
Agradabilidade e conscienciosidade (de consciência e ética).
A personalidade dos cães foi analisada por meio de um questionário, com os dados coletados, um cruzamento de informações mostrou que, de fato, humanos e caninos interferem no humor uns dos outros, mas que a influência humana é mais marcante. “Os animais são sensíveis aos estados emocionais de seus companheiros humanos”, explicou a pesquisadora Iris Schoberl à BBC. Segundo ela, os cachorros ajustam seu comportamento em função dos sentimentos que captam de seus donos.

Com a capacidade de ler as emoções, os pets de pessoas negativas pensam que o mundo é mais perigoso e têm menos variação nos níveis de cortisol – sinal de que eles são ansiosos e não conseguem lidar com situações estressantes. Lamber os lábios do dono, bocejar ou se afastar de objetos ameaçadores são os principais sintomas.

Já os que têm donos mais calmos, apresentam maiores alterações no cortisol, são mais resilientes e conseguem se adaptar bem a diferentes situações – podem, inclusive, transmitir tranquilidade para os seus donos.

“As pessoas esquecem que os bichinhos nos observam e nos estudam para aprender a se comportar, principalmente em ambientes novos”, explicou Carolyn Menteith, especialista em comportamento de cachorros, ao Daily Mail. “Quanto mais confiança demonstramos, mais segurança passamos ao cãozinho”, pontuou.

A pesquisa foi publicada em janeiro de 2017 no jornal Plos One.

Agora você já sabe porque o seu cachorrinho tem o comportamento que tem!

Fonte: https://super.abril.com.br

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Cuidado ao verem anúncios de Dachshunds raros, , arlequins brancos e etc...

Não existe Dachshund Branco.....
Todas as cores estão presentes em todas as raças, porém o homem foi selecionando as raças de acordo com as suas funções e selecionaram também as cores que seriam cabíveis para cada raça.
Com isso no Dachshund fixaram-se as cores, preto (sempre com manchas tan), canela (com todas as suas tonalidades), chocolate (sempre com manchas tan), e o arlequim. Dentre estas cores que são as comuns no dachshund podemos citar a cor preta como dominante e as cores canela (ee) e chocolate (bb) como recessivas. O arlequim é uma variação de pelagem com carater dominante, porém ele está sempre acompanhado também do preto, canela ou chocolate.
Devemos frisar aqui que a pelagem arlequim tem um carater dominante portadora de uma doença letal chamada de fator merle. Esta doença se manifesta quando existe um cruzamento entre os dois cães arlequins (Mm x Mm). O arlequim sadio se manifesta em heterozigose (Mm) e por isso sempre devemos acasalar o arlequim com uma cor sólida, como o preto (mm), chocolate (mm) ou canela (mm). Se acasalado arlequim (Mm) com arlequim (Mm) poderá nascer grande parte da ninhada homozigota (MM) assim sendo todos com o fator merle podendo ser cegos, surdos, estéreos ou com alguma má formação nos órgãos.
Não costuma-se acasalar arlequins com cães da cor canela e suas variações (dourado, vermelho e creme) pois nascem filhotes com manchas menos definidas e pouco destacadas. Mas existem criadores que fazem este tipo de acasalamento pois na verdade não é proibido.
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Também é bom lembrar que as cores recessivas não devem se misturar (canela e chocolate). Duas cores recessivas misturadas direta ou indiretamente podem produzir duplos recessivos (eebb). Estes tem o fenótipo canela porém eles portam olhos claros e trufa rosa ou marron. Estes cães tem predisposição a ter câncer de pele, dermatites crônicas e displasia folicular. É uma cor fora do padrão.
A displasia folicular se manifesta também em outras cores de pelagens fora do padrão e (ou) diluídas como a cor cinza ou izabela. A displasia folicular não tem cura, é uma doença de origem genética e pode ser controlada com muito tratamento e acompanhamento veterinário.

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O padrão tem tudo haver com a saúde das raças, ele existe exatamente para dar um suporte ao criador, os orientando baseando-se nas características fenotípicas, e indiretamente nas genotípicas também. Se no padrão diz que não é correto isto ou aquilo procure se informar e verá que está relacionado com a função do cão ou diretamente com a saúde dos mesmos

Padrão da raça Dachshund

História da Raça

A história do Dachshund é bastante antiga e segundo alguns historiadores, a raça surgiu há cinco mil anos, tendo sido encontrados seu nome e imagem gravados na tumba de um faraó.
O primeiro registro seguro da raça aparece em 1561, num livro de gravuras onde o Dachshund aparece de maneira inconfundível em sua estrutura física. O primeiro registro oficial foi feito na Alemanha em 1888.
O Dachshund foi desenvolvido por caçadores alemães que queriam um cão que fosse ao mesmo tempo ágil, resistente e suficientemente pequeno para que pudesse entrar nas tocas de animais como os texugos, lebres e coelhos e trazê-los para fora ao alcance da mira do caçador.
Além do corpo alongado e baixo, os caçadores precisavam de um cão com excelente olfato e muita determinação. Estava criado o Dachshund.
Através de cruzamentos seletivos, a raça foi desenvolvida em 9 variedades diferenciadas: 3 tamanhos (standard, anão e Kanichen) e 3 variedades de pelo: curto, longo e duro - ou arame (este último obtido graças à introdução de linhas de sangue de terriers). Para o acasalamento, no entanto, só são permitidos cruzamentos de cães de pelagens e tamanhos iguais.
Da Alemanha onde ganhou notoriedade pelas suas qualidades como caçador, o Dachshund foi levado para a Inglaterra no século XIX onde passou a fazer parte da corte inglesa, o que foi de grande importância para popularização da raça.
Nos EUA, a presença dos Dachshund começou com as importações de matrizes por volta de de 1879 e no Brasil chegaram junto com os colonizadores europeus e eram chamados "paqueiros" por serem exímios caçadores de pacas e sua popularidade o transformou em astro de comerciais, estrelando a campanha dos amortecedores COFAP.

Reformulação do padrão Oficial

A medição do tamanho Standard, antes feita pelo peso (de 7 a 9 kg), passou a ser pelo perímetro do tórax (acima de 35 cm), sistema que sempre foi usado para o Kaninchen (até 30 cm) e o Anão (de 30 a 35 cm). Todo criador responsável fornece pedigree, e sempre cruza somente dentro das variações!
Jamais se deve cruzar um Standart com um kanichen por exemplo, o que resultaria em um SRD sim!
Kanichen só cruza com Kanichen, Anão ou miniatura como queiram só cruza com anão. Standart só cruza com standart!

Temperamento do Dachshund

Se, no início, o Dachshund era um valente e destemido caçador, hoje deixou, em grande parte, de lado suas antigas atividades e transformou-se num animal de companhia. Em função do seu tamanho é uma excelente opção para o grande número de pessoas que mora em apartamentos especialmente porque aprende com facilidade os hábitos de higiene. Adapta-se bem a locais pequenos e não é do tipo destrutivo que rói os móveis e come as roupas. Inteligente, esperto e bastante brincalhão, o Dachshund é também um excelente cão de vigia. Sempre atento, e ao menor sinal de aproximação de estranhos ele late. É um excelente companheiro para crianças e brinca mesmo depois de velho. Convive de forma tranqüila com outros animais e com outros cães mas não foge de uma briga caso seja provocado.
Alguns criadores garantem que existem diferenças de temperamento conforme o tipo de pêlo, sendo que os de pêlos curtos seriam mais sociáveis e os pêlos duros mais agitados e até mesmo um pouco mais agressivos, mas isso não é comprovado nem mesmo consta do padrão da raça.
Outra característica importante da raça é sua independência, o que lhe valeu uma injusta fama de desobediente. Na convivência em família ele é um excelente companheiro, gosta e respeita a todos, mas requer um pouquinho de pulso firme, digamos assim. Mas em compensação é um cão que pode ficar sozinho uma parte do dia sem causar transtorno, como choros ou depressão. Caso precisem passar férias em um hotel tbm não costumam causar problemas, ficam numa boa.